Fortaleza: rumo à Sul-Americana e à grande festa da Arena Castelão

 
 
A Libertadores não é mais realidade, acabou. E se o último desejo ficou
pelo caminho, o sonho de 2019 ainda não encerrou, foi realidade absoluta
no Pici: título estadual, Copa do Nordeste, vaga na Sul-Americana e uma
9ª colocação na 1ª divisão logo no retorno para a elite após 12 anos.
O que significa? Planejamento. Diretoria comprometida. Elenco com metas.
Técnico ambicioso. Assim o Fortaleza construiu o ano mais glorioso da
própria história e chega para encarar o compromisso final: o Bahia, às
16 horas, no domingo (8).
É Clássico, é Nordeste e é em casa. Coube ao destino que o passo
derradeiro fosse feito na Arena Castelão junto da torcida, que tanto se
entregou ao longo dos objetivos da temporada. O elo deixou o time com a
4ª maior média de público do Brasil, 3ª do Brasileirão e ainda dona do
selo de “aguerrida, vibrante e forte” como sugere o hino e os mosaicos.
Em que pese a lamentação do maior torneio da América do Sul, o Fortaleza
galgou a chance com honra e, sim, pode acreditar em um 2020 ainda mais
glorioso tamanha a sinergia que envolve os profissionais do clube. De
fato, é Fortaleza.
Em tempo: aos mais clubistas, o Gigante da Boa Vista ainda pode lhes
render duas comemorações extras. A primeira é obter a 2ª maior média de
público da Série A se o Fortaleza conseguir 15 mil espectadores a mais
que o Corinthians. Já a segunda é poder assistir o rebaixamento do
arquirrival, que ainda não escapou do descenso.
Em tempo II: o exposto é apenas uma explanação de motivos para
comemoração. A verdade mesmo é que o clube nem precisa disso. O momento
por si só já é de êxtase. É história escrita ao vivo.
Diário do Nordeste

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