Morte de turista no Beach Park, no Ceará, completa um ano; família e parque negociam acordo

 
 
O acidente que matou o radialista Ricardo José Hilário da Silva, em um
brinquedo do parque aquático Beach Park, no Ceará, completa um ano nesta
terça-feira (16), sem respostas. A família da vítima e a empresa ainda
tentam um acordo judicial.
O turista de Sorocaba estava na boia do brinquedo “Vainkará” com mais
três pessoas, no dia 16 de julho de 2018, quando caiu e bateu a cabeça. A
atração havia sido inaugurada dois dias antes. Apesar de ser socorrido
de imediato, Hilário morreu ainda no parque. Ele era turista de
Sorocaba, em São Paulo, onde foi sepultado depois do acidente. O
brinquedo permanece fechado.
A família de Hilário entrou com ação civil pedindo indenização por danos
patrimoniais, ou seja, referente ao que a viúva e a filha da vítima
deixaram de receber com sua morte. O valor pedido não foi informado. O
advogado do caso, João Vicente Leitão, revela que ainda entrará com ação
por danos morais. “Pelo que elas sofreram e sofrerão pelo resto da
vida”, afirma.
Em nota, o Beach Park confirma existir uma proposta sob avaliação e
reitera ter prestado “toda assistência às vítimas e familiares”,
garantindo aos frequentadores, colaboradores e parceiros, continuar
aperfeiçoando seus procedimentos de segurança e promovendo o debate com o
setor para que a experiência no Beach Park seja cada vez mais segura e
agradável.
 
O POVO

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